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sábado, 27 de março de 2010

RIO BRANCO: A CONQUISTA DE UM NOVO TEMPO

HISTÓRIA



Foto:
Apresentação do projeto de construção do estádio pelo diretor Achiles Zanaga de Camargo,ladeado pelos radialistas Antonio Edson e Jairo Camargo Neves. Sentados, Décio Vitta, Javert Galassi e Guilherme Streicher Junior. (foto recortada do jornal O Liberal)


No final da década de sessenta o Rio Branco E.C, clube social da elite americanense, começava a imaginar a volta do time de futebol e disputar a divisão maior do campeonato paulista.
O primeiro passo dessa idéia foi construir um estádio moderno para mais de 40 mil torcedores.
Foi pensando assim que um grupo de homens apaixonados pelo clube começou a trabalhar na busca desse sonho.
Em abril de 1971 o projeto do estádio foi apresentado e em 1977, ainda em obras, o estádio foi inaugurado.
Quem inaugurou o estádio foi o AEC (Americana Esporte Clube) que enfrentou e venceu (2x1) o Taubaté pela divisão de acesso.
Em 1979 o AEC se funde com o Rio Branco e o “Tigre da Paulista” retorna ao profissionalismo.
Em 1981 o Conselho Deliberativo do Rio Branco aprovou a denominação de Estádio Décio Vitta, homenageando um dos maiores nomes da história riobranquense.
Em 1990 o Rio Branco busca a gloria e sobe para a Primeira Divisão do futebol de São Paulo.

DETALHE: Em 1922 o Rio Branco foi campeão do interior e disputou a Taça Centenário da Independência do Brasil com o Corinthians (campeão da capital). Perdeu de 5x0 e foi vice-campeão.
Em 1923 tornou-se bi-campeão do interior e novamente enfrentou o time do Parque São Jorge na disputa da Taça Competência Paulista. Mais uma vez ficou com o vice-campeonato após perder de 2x1.
Em 1948 o Rio Branco encerrou suas atividades com o futebol.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

AS CABINES QUE BALANÇAM, MAS NÃO CAEM

HISTÓRIA
Recorte do jornal Popular da Tarde na chamada da Rádio Bandeirantes para o clássico. Na foto: Luiz Carlos Grey, Antonio Edson e Eduardo Luiz Ligeirinho.

Transmitir um jogo com mais de 100 mil pessoas no estádio é de arrepiar qualquer narrador esportivo.
E’ prá nunca mais esquecer.
Pela Rádio Bandeirantes de São Paulo transmiti o clássico São Paulo x Corinthians (26 de agosto de 1987) válido como a primeira partida da decisão do Campeonato Paulista de 87.
O estádio Cicero Pompeu de Toledo recebeu 95.493 torcedores mais 5.331 entre profissionais credenciados, autoridades e convidados, totalizando 100.824 pessoas nesse evento esportivo.
Com a torcida pulando no anel superior, as cabines de rádio e televisão no andar intermediário, sacudia como uma turbulência de avião. O comentarista Dalmo Pessoa rezava de medo o tempo todo.
SÃO PAULO: Gilmar, Zé Teodoro, Adilson, Dario e Nelsinho. Bernardo, Silas e Pita. Muller (Neto), Lê e Edivaldo.
CORINTHIANS: Valdir Peres, Edson, Mauro, Edwaldo e Dida. Biro-Biro,Eduardo e Everton. Jorginho (Marcos Roberto), Edmar e João Paulo.
Resultado: São Paulo 2 x 1
Gols: Edivaldo, Lê e João Paulo.
Árbitro: José de Assis Aragão.
Na finalíssima, quatro dias após, bastou ao São Paulo segurar o zero a zero e conquistar o título da temporada. Fiori Gigliotti narrou a grande final.